Automação e segurança eletrônica para instituições bancárias
Totem de autoatendimento travado, cofre de tesouraria sem controle formal de dupla custódia, CPD sem monitoramento e uma agência que precisa reagir a um arrombamento sem ninguém no local: riscos recorrentes na operação bancária, resolvidos na origem. Veja cenários reais e como miniPLC/miniENV, smartPDU e Rack Manager respondem a cada um.
Instalação sempre feita por um integrador credenciado Strataon.
Situações que colocam a operação bancária em risco
Casos recorrentes em agências e sedes administrativas do setor bancário, organizados por produto Strataon.
miniPLC
Autodefesa perimetral contra arrombamento e vandalismo
Sensores de abertura forçada, quebra de vidro ou vibração em caixas eletrônicos, portas de entrada e perímetros de agência normalmente não acionam nenhuma resposta física automática, mesmo quando o incidente acontece fora do horário comercial, sem ninguém no local para reagir.
Riscos
- Nenhuma reação automática no exato momento do incidente
- Minutos de exposição até a chegada de uma resposta humana
- Percepção pública de vulnerabilidade da agência
Como resolvemos
- O miniPLC executa a autodefesa progressiva em quatro níveis: sinalização visual, sirene, sirene intensificada e gerador de neblina, de forma autônoma
- Sensores de abertura forçada, quebra de vidro ou vibração acionam sirene, travamento de portas adicionais e iluminação da área, com lógica 100% local, sem depender de internet no momento do incidente
Resultado: a resposta automática ganha o tempo que a resposta humana não tem. Não substitui o vigilante nem a central de monitoramento, reduz a janela de exposição entre o incidente e a reação.
miniPLC
Botão de pânico aciona só um alerta silencioso, sem resposta física no local
Hoje o botão de pânico dispara um alerta silencioso à central de monitoramento ou à polícia, mas normalmente não trava portas adicionais nem aciona sinalização no local. A reação física depende inteiramente de alguém do outro lado da linha.
Riscos
- O alarme silencioso não interrompe a ação em andamento no local
- Nenhuma trava adicional ou sinalização acionada automaticamente
- Tempo de resposta da central ou da polícia pode ser maior que a janela do incidente
Como resolvemos
- O miniPLC recebe o sinal do botão de pânico como gatilho de entrada
- Integra esse gatilho ao restante do prédio: aciona travamento de portas adicionais, iluminação da área e notificação à central de monitoramento
Resultado: o botão de pânico deixa de ser um aviso passivo e passa a acionar uma resposta física imediata no local, além do alerta à central.
miniPLC
Cofre de tesouraria sem controle formal de dupla custódia
Fornecedores de cofre de tesouraria descrevem controle de acesso combinando múltiplos fatores como padrão do setor, mas a lógica de sequenciamento (uma porta só libera depois que a outra fecha) normalmente vem embutida em soluções caras e proprietárias.
Riscos
- Ausência de um padrão técnico formal de dupla custódia
- Dependência de eletrônica proprietária cara para o sequenciamento das portas
- Exposição em auditoria de segurança
Como resolvemos
- O recurso de clausura (mantrap) já existe no miniPLC: a porta A só libera depois que a porta B fecha
- Dupla custódia configurável, sem depender de eletrônica proprietária cara
Resultado: dupla custódia formal aplicada ao cofre de tesouraria, um requisito nomeado do setor bancário, sem eletrônica dedicada cara.
miniPLC
Recebimento de malote e numerário sem antecâmara controlada
O procedimento de carregamento de carro-forte é rigidamente coreografado, mas o controle físico da porta de recebimento (só abrir a interna depois que a externa fechar) normalmente depende de disciplina humana, não de trava automática. Uma eclusa de acesso que demora alguns segundos além do necessário para travar pode ser a diferença entre impedir e não impedir uma tentativa de invasão.
Riscos
- Sequenciamento das portas dependente de disciplina humana
- Janela de segundos que pode decidir uma tentativa de invasão
- Nenhum log automático do horário de recebimento
Como resolvemos
- O miniPLC aplica a mesma clausura do cofre de tesouraria à porta de recebimento de numerário
- Sequenciamento automático, decidido localmente, com log de horário no Sentia
Resultado: antecâmara de recebimento com trava automática e registro completo, sem depender só da disciplina da equipe.
miniENV
CPD sem monitoramento de temperatura e umidade
A temperatura ideal de um CPD é de cerca de 25°C, mas pode passar de 50°C se a climatização falhar; a umidade deve ficar entre 45% e 55%. O CPD da agência ou da sede administrativa concentra o custo de energia e o risco físico da operação de TI do banco.
Riscos
- Dano a equipamento por superaquecimento não detectado
- Umidade fora da faixa recomendada sem alerta
- Falha só percebida quando o equipamento já parou
Como resolvemos
- O miniENV monitora temperatura e umidade do CPD continuamente
- Gera alerta antes do dano ao equipamento, via Sentia
Resultado: falha de climatização detectada antes do dano ao equipamento, com histórico de temperatura e umidade auditável.
miniPLC/miniENV
Backup de energia sem monitoramento contínuo
Gerador e nobreak existem justamente para o momento em que a energia principal falha, mas uma falha silenciosa no próprio backup (bateria degradada, nível baixo de combustível) só costuma ser percebida no teste periódico ou, pior, durante o apagão real.
Riscos
- Backup indisponível justamente no momento em que é necessário
- Falha só descoberta no teste periódico seguinte
- Interrupção de atendimento e de operação de CPD
Como resolvemos
- O miniPLC/miniENV monitora status e nível de combustível do gerador e o estado do nobreak
- Gera alerta de queda ou falha antes do momento em que o backup seria realmente necessário
Resultado: backup de energia confiável na hora em que precisa funcionar, com falhas identificadas antes do apagão real.
miniPLC/miniENV
Ar-condicionado central ligado fora do horário de funcionamento
Ar-condicionado sem controle de horário é desperdício visível na conta de luz, multiplicado pelo número de agências e prédios administrativos de uma instituição. A maioria ainda depende de operação manual, sem lógica de agendamento real.
Riscos
- Consumo elétrico desnecessário fora do expediente
- Custo multiplicado pelo número de agências da instituição
- Ausência de lógica real de agendamento
Como resolvemos
- O miniPLC/miniENV controla por agendamento e temperatura/ocupação
- Lógica local que funciona sem depender de internet, replicável agência a agência
Resultado: redução real de consumo fora do horário de funcionamento, sem depender de operação manual em cada unidade.
miniPLC
Iluminação ligada fora do horário de funcionamento
Iluminação de agência e de prédio administrativo ligada fora do horário é desperdício visível na conta de luz, mesmo com o prédio vazio, e hoje a operação e o ajuste desses horários costumam ser manuais.
Riscos
- Consumo elétrico desnecessário com o prédio vazio
- Ajustes manuais inconsistentes entre unidades
- Ausência de dados para prestação de contas interna
Como resolvemos
- O miniPLC automatiza por agendamento e ocupação
- Histórico de acionamento auditável no Sentia, replicável entre unidades
Resultado: economia de energia com rastreabilidade, replicada de forma consistente entre agências.
smartPDU
Totem de senha ou autoatendimento travado sem detecção proativa
Enquanto o totem está offline, o cliente desiste, e a agência só descobre o problema quando alguém reclama. A recomendação técnica do setor é monitoramento em tempo real com reinício remoto.
Riscos
- Clientes desistindo do atendimento sem que ninguém perceba
- Problema só descoberto por reclamação
- Chamado técnico presencial para um reset simples
Como resolvemos
- A smartPDU monitora o totem por watchdog via ping
- Executa restart automático da tomada antes que vire reclamação de cliente
Resultado: totem de volta ao ar antes da reclamação, sem deslocamento técnico para um reset simples.
smartPDU
Câmera ou NVR travado exigindo visita técnica
Reset manual de DVR/NVR travado é procedimento padrão hoje (desconectar da fonte, esperar, religar), e cada travamento vira chamado técnico presencial. Uma câmera cega numa agência bancária gera reclamação imediata.
Riscos
- Perda de cobertura de câmeras na agência
- Chamado técnico presencial a cada travamento
- Janela de gravação perdida até o reset manual
Como resolvemos
- A smartPDU monitora por watchdog via ping
- Executa power-cycle automático da tomada, sem deslocamento técnico
Resultado: câmeras voltam a gravar sozinhas, sem visita técnica e sem janela de cobertura perdida.
smartPDU
Fechamento de agências e menos vigilância presencial
O Brasil perdeu 37% das agências bancárias em 10 anos, e muitas das que sobraram viraram agências menores, sem vigilante fixo; cada fechamento elimina pelo menos 2 postos de segurança. A tendência estrutural do setor é operar com menos gente e menos custo fixo, sem abrir mão da percepção de segurança do cliente.
Riscos
- Menos gente disponível para checar energia, câmeras e equipamentos de rede
- Percepção de vulnerabilidade numa agência com menos estrutura visível
- Cada travamento de equipamento sem detecção vira exposição maior
Como resolvemos
- A smartPDU centraliza o controle remoto de tomadas e equipamentos de rede (câmeras, roteadores, NVRs) das agências
- Combinada ao miniPLC e ao Sentia, substitui parte da checagem presencial por monitoramento remoto contínuo, sem eliminar a resposta humana
Resultado: equipe humana concentrada no que exige julgamento e relacionamento com o cliente, com a parte operacional e repetitiva automatizada.
Rack Manager
CPD sem gestão de abertura de racks
O CPD de uma agência ou sede administrativa concentra a operação de TI do banco, mas o acesso físico a esse ambiente costuma ser genérico, sem um registro de quem abriu qual rack e quando.
Riscos
- Acesso físico ao CPD sem rastreabilidade por rack
- Exposição da operação de TI a manuseio não registrado
- Dificuldade de comprovar a gestão de abertura de racks em auditoria
Como resolvemos
- O Rack Manager faz a gestão de abertura de racks individualmente, complementar ao controle de acesso já existente no prédio
- Registro completo de cada abertura, gerenciado pelo Sentia
Resultado: rastreabilidade individual de acesso ao CPD, com registro pronto para auditoria.
Um produto pra cada camada de risco
Sensoriamento local, tomadas gerenciáveis e controle de racks: cada um resolve uma parte diferente da operação bancária, e todos se integram ao que você já tem instalado.
Autodefesa perimetral e automação local
Autodefesa progressiva em quatro níveis, clausura para cofre de tesouraria e CPD, e monitoramento ambiental, com lógica que roda sem depender de internet no momento do incidente.
Ver especificações
Tomadas gerenciáveis com reset remoto
8 tomadas com watchdog por ping, agendamento por horário e reset à distância, sem deslocar técnico até a agência para reiniciar um totem, uma câmera ou um NVR.
Ver especificaçõesRacks de CPD com fechadura eletrônica e auditoria
Fechadura eletrônica por rack para o CPD da agência ou da sede administrativa, com identificação por crachá ou código e registro completo de cada abertura, gerenciados pelo Sentia.
Falar com um especialistaInstalação sempre feita por um integrador credenciado Strataon. Peça uma indicação e o projeto sai simples, sem complicação.
Antes de falar com a gente
O miniPLC/miniENV, a smartPDU e o Rack Manager podem ser comprados separadamente?
Sim. Cada um resolve um problema diferente e pode ser adotado de forma isolada. Eles também se integram entre si e com o VMS e o controle de acesso que já estão em operação, então funcionam bem tanto separados quanto combinados.
Esses produtos funcionam sem internet?
A lógica de automação do miniPLC e o controle de tomadas da smartPDU rodam localmente, sem depender de internet. Isso é especialmente importante na autodefesa perimetral: a decisão de acionar sirene, travar portas ou notificar a central precisa ser tomada no momento do incidente, sem esperar um comando da nuvem.
A autodefesa perimetral substitui o vigilante ou as exigências legais de segurança bancária?
Não. O miniPLC não substitui vigilância humana nem as obrigações legais de segurança bancária. Ele ganha o tempo que a resposta humana não tem: sinalização, sirene e travamento de portas são acionados localmente no instante do incidente, enquanto a central de monitoramento e a resposta humana são acionadas em paralelo.
Como funciona a instalação?
É feita por um integrador credenciado Strataon. Peça uma indicação e a instalação sai simples, sem complicação.
Onde vejo as especificações técnicas de cada produto?
O miniPLC está detalhado em strataon.com.br/automacao, a smartPDU em strataon.com.br/smartpdu, e o ALEA na seção de produtos da página inicial.